Em setembro solicitei um serviço do Bradesco que me custou R$ 55. Após um tempo, me ligaram dizendo que não era mais possível e que estornariam o meu dinheiro. Já que não precisava mais do serviço, eu disse que tudo bem. Estava perto de dezembro e quanto mais verba no final do ano, melhor.
Então a moça ficou de me ligar quando o dinheiro pudesse ser retirado. E entre dezembro e janeiro, o banco não conseguiu decidir se queria depositar o valor na minha conta ou que eu fosse buscar lá na agência. E eu sempre muito paciente.
Até que hoje, começo de fevereiro, ela me ligou dizendo que o dinheiro estava lá me esperando, e que definitivamente, eu teria que retirar na agência. Fui às 13h30, no meio do meu horário de almoço. Eles pegaram a minha CNH e ficaram zanzando com ela de um lado para o outro, com alguns papeis grampeados. Eu dizia que estava com pressa, que poderia voltar amanhã – era verdade – e eles não me davam atenção: “só mais um minutinho”. Odeio quando mandam eu esperar um minutinho. Deu 14h, eu precisava voltar ao trabalho e não tinha mais para quem reclamar. Eu poderia me atrasar um pouco, não teria problema algum. Mas eu fiquei muito irritado e saí do banco, sem dar satisfações, como se estivesse abalando.
Mas a minha CNH ficou lá, e meu dinheiro também.
Acho que exagerei.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Acho que exagerei
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
São Pedro só pode estar nervoso.
A maldita chuva causa trânsito nas ruas, embaixo da terra – o metrô também fica insuportável – e ainda atrapalha o caminho de quem vai pelo céu – de jatinho, helicóptero ou avião.
Tudo fica molhado, a roupa fica fedendo, o tênis faz splash-splash enquanto você anda e, claro, o guarda-chuva vira do avesso na hora em que você mais precisa dele.
Eu só gosto da chuva batendo na janela enquanto estou trabalhando ou dormindo. Odeio enfrentá-la diariamente, já que moro longe da faculdade e do trabalho.
São Pedro, dá um tempo. Você está cansando a beleza dos paulistanos.
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