segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Gordinho

Nunca disse que sou gordinho porque tenho tendência. Assumo todos os meus hábitos alimentares exagerados. Sou capaz de devorar uma coxinha logo após um prato bem servido de comida. Para mim, doces não são vilões. Claro que devoro, mas não são eles que me enchem a boca d’água.

Há alguns anos, quebrei a perna e fiquei imobilizado por uma semana. Nesse tempo, comi duas vezes no McDonald’s e cometi muitos outros crimes gastronômicos. Desde então, decidi emagrecer. Na época em que pesava 80 kg, comecei a seguir o livrinho dos pontos do Vigilantes do Peso. Não foi difícil, mas também não foi fácil. É gostoso quando os pneus começam a secar e o rosto começa a afinar. As roupas ficam largas e, quanto mais empenho, mais rápido é. E a comida de quem faz regime também é gostosa. Com moderação, dá pra comer carne, frango, yakissoba, hot-dog, hambúrguer e tomar cerveja.

A disposição aumenta, o óleo da pele desaparece e você faz uma cara feia quando vê frituras na frente. Acredite: o nosso corpo fica enjoado. Em pouco mais de seis meses de empenho, perdi 17 kg, chegando aos 63 kg. Mesmo sem ter frequentado as reuniões que o Vigilantes do Peso propõe, até hoje me sinto reeducado no que se trata de alimentação. Quando cometo qualquer deslize, sei que vou engordar.

Mas os deslizes têm sido intensos nos últimos meses. Do auge de minha magreza – 63 kg, para o auge de minha gordura – 80 kg, estou mais gordo do que magro. Atualmente peso 73 kg mal distribuídos em um pouco menos de 1,70m. O alerta vermelho toca e eu estou realmente incomodado. Então, a partir de hoje, volto aos 22 pontos contados. A meta é perder 10 kg. É preciso segurar a boca e correr no parque. Sentir inveja dos magrelos que comem muito, são sedentários e não engordam um grama não me fará menos gordinho!

domingo, 16 de outubro de 2011

Sobre alcachofra e semente de girassol


Não é nada fácil comer uma alcachofra: é preciso cozinhar aquela flor gigante, puxar pétala por pétala e sugar a pequena carninha com os dentes – depois de molhar no azeite, é claro. Depois, arrancar todos os cabelos para alcançar o miolo. O mesmo acontece com as sementes de girassóis. Temos que roer, como um ratinho, toda a casca até chegar à parte comestível do petisquinho.

Racionalmente falando, alcachofras e sementes de girassóis não são saborosíssimas. Alcachofra em reserva, pronta para o consumo e já temperada não me atrai. Pizza de alcachofra, nem pensar. Semente de girassol já descascada é um saco e não tem borogodó.

Bom mesmo é o pequeno desafio de conquistar esses sabores. Poxa vida, será que é verdade aquela história de que as conquistas suadas são as mais prazerosas? Dá um trabalhão danado...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

VACACIONES

No meu segundo ano de Arteplural, saio de férias novamente. Agora, com viagem marcada e experiência dobrada. É gratificante olhar para trás e lembrar de tudo que produzi nestes breves 2 anos. É um privilégio fazer parte de uma equipe tão feliz.

Aliás, trabalhamos, em todos os sentidos, com diversão! Não dá pra ser diferente.